ENSAIOS E SONETOS DE GLAUCO MATTOSO
TEXTOS E SONETOS DISPONÍVEIS NESTE SITE

"FORMALISMO E INFORMALISMO NA POESIA DE GLAUCO MATTOSO" - Aqui, uma amostra dos sonetos nos quais a metalinguagem mete a colher torta na panela e na sopa de letrinhas. (06/12/2003)
"A GAYATICE NA POESIA DE GLAUCO MATTOSO" - Nesta série, GM dá uma amostra do venenoso senso de humor mattosiano no trato "campesco" da psicologia e da fisiologia gay. (06/12/2003)
"GLAUCO MATTOSO, UM POETA ASQUEROSO" - O "poeta da crueldade" questiona a hipocrisia humana, que, por trás das convenções do asseio e da assepsia, mascara as grandes mazelas da suposta civilização. (01/12/2003)
"GLAUCO MATTOSO, UM POETA PROFISSIONAL" - GM sente-se a vontade para criticar ou satirizar (às vezes até enaltecer) outros ofícios e ocupações, como os focalizados nesta amostragem. (01/12/2003)
"A POESIA ORAL DE GLAUCO MATTOSO" - Legítimo sucessor de Bocage, GM verbaliza sem papas (para não dizer outra coisa) na língua suas taras e obsessões fetichistas, sadomasoquistas e escatológicas. (26/11/2003)
"VEGETARIANISMO E OUTRAS VERDURAS FRESCAS, OU FRESCURAS VERDES" - Nesta série de sonetos, o poeta demonstra que não abre mão de seus suculentos e condimentados hábitos alimentares. (26/11/2003)
"GLAUCO MATTOSO, UM POETA MUSICAL" - Em setembro de 2002, o poeta preparou o que seria um volume temático-musical, "À guisa de protofonia", previsto para sair pela coleção "Bagatela" editada por Marcelo Tápia, mas que ainda não foi ao prelo. Eis aqui sua íntegra, agora ampliada. (20/11/2003)
"MÍDIA E MERCADO EDITORIAL, SEGUNDO GLAUCO MATTOSO" - Em 2003, a convite da ECA/USP, o poeta preparou uma antologia dos sonetos mais diretamente alusivos à imprensa e à produção livreira. Ainda inédito, o volume, aqui apresentado com acréscimo de alguns sonetos mais recentes, se intitula INCAUTA PAUTA: SONETOS MIDIÁTICOS. (20/11/2003)
"GLAUCO MATTOSO, UM POETA AMOROSO" - Aqui, o poeta se permite alguns momentos de ternura ou calor humano, comovendo-se diante da fragilidade de outros seres sofredores e esquecendo ocasionalmente a revolta pessoal para compartilhar algo de positivo na vida em sociedade. (10/11/2003)
"A QUESTÃO RACIAL NA POESIA DE GLAUCO MATTOSO" - Nestes sonetos GM trata, mais especificamente, das questões pertinentes à etnia, porém mantendo seu linguajar politicamente incorreto e explicitamente sadomasoquista. (10/11/2003)
"O PATRIOTISMO NA POESIA DE GLAUCO MATTOSO" - Nestes sonetos GM extravasa sua brasilidade, ou antes, sua "brasileiridade". (02/11/2003)
"OS ESTADOS UNIDOS NA POESIA DE GLAUCO MATTOSO" - Aqui, o poeta se divide entre a indignação e a admiração, conforme o alvo seja convencional ou anticonvencional, respectivamente. (02/11/2003)
"JUSTIÇA, DIREITO E LEIS NA POESIA DE GLAUCO MATTOSO" - Tão injustiçado se sente o poeta em sua cegueira incurável, que impugna a justiça humana, repudiando a própria providência divina. (02/11/2003)
"GLAUCO MATTOSO, UM POETA ECOLÓGICO" - Nestes sonetos fica patente que, ao lado do niilista GM há um GM ecológico, vagamente esperançoso. (26/10/2003)
"GLAUCO MATTOSO, UM POETA MARGINAL" - Seleção de sonetos onde o poeta recapitula as circunstâncias que cercam seu momento histórico-literário e se situa perante a estética e a crítica. (26/10/2003)
"GLAUCO MATTOSO, UM POETA LATINO-AMERICANO" - Seleção de sonetos voltados para a latinidade, mais precisamente no que tange à política e à cidadania continental. (26/10/2003)
"GLAUCO MATTOSO, UM POETA SOCIAL" - Uma seleção de seus sonetos mais desbocadamente contestadores, nem por isso menos solidários com outros injustiçados e revoltados. (26/10/2003)
"GLAUCO MATTOSO, UM POETA BARROCO" - GM tem sua própria interpretação do que seja uma estética barroca na poesia. Aqui, alguns dessa aguda e extrema tendência do autor. (20/10/2003)
"GLAUCO MATTOSO, O POETA ESCATOLÓGICO" - Uma amostragem dos sonetos de teor explicitamente coprológico dentre as centenas que GM publicou ou ainda mantém inéditos. (08/10/2003)
"GLAUCO MATTOSO, UM POETA PROFANO" - Nesta seleção, um ciclo em que o poeta dá sua versão dos sete pecados capitais. (23/09/2003)
"GLAUCO MATTOSO, UM POETA PAULISTANO" - GM patenteia-se topograficamente paulistano em alguns de seus mais de mil sonetos. (18/09/2003)
"INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA NA POESIA DE GLAUCO MATTOSO" - Eis uma amostragem dos sonetos onde os jovens, mesmo quando aparentemente enaltecidos, são impiedosamente caricaturados em seus estereótipos e comportamentos. (28/07/2003, atualizado em 10/10/2003)
"Glauco Mattoso, O Poeta Bruxo" - Eis uma amostra de como GM encara a sensorialidade extraordinária que lhe compensa a privação visual. (04/07/2003, atualizado em 27/09/2003)
"O Cinema na Poesia de Glauco Mattoso" - Eis uma breve seleção dos sonetos diretamente relacionados à filmografia de estimação do poeta, cujos referenciais incluem, além da crueldade humana, o humor e o terror. (15/06/2003, atualizado em 27/09/2003)
"Glauco Mattoso, O Poeta Sinistro" - Nesta seleção se encaixam alguns, dentre as centenas de sonetos do autor, diretamente alusivos ao clima macabro e sobrenatural, que também interessam ao bruxo GM. (02/06/2003, atualizado em 07/10/2003)
"Glauco Mattoso, O Poeta Político" - Aqui uma amostra dos sonetos mais explicitamente politizados de GM, que demonstram a independência e a irreverência com que o poeta aborda aspectos políticos em todos os níveis, manifestando sua revolta contra a opressão e a repressão, na ditadura ou na democracia, na direita ou na esquerda. (18/05/2003, atualizado em 22/09/2003)
"A Mulher na Poesia de Glauco Mattoso" - No mês dedicado à mulher, Glauco Mattoso recapitula uma série de sonetos onde dedica à presença feminina o mesmo espaço reservado, em sua poesia, a outros personagens oprimidos. (11/05/2003, atualizado em 10/10/2003)
"Glauco Mattoso, O Poeta Filosófo" - Para o poeta, a diferença entre um filósofo e um poeta é a forma de encarar poeticamente a filosofia: uns enfatizam o lado espiritual, outros o lado espirituoso. Glauco Mattoso se enquadra mais no segundo caso: alega que sua poesia é uma espirituosidade carnal, ou uma carnalidade espirituosa. (27/04/2003, atualizado em 07/10/2003)
"O Trote como Mote" - Esta série inclui sonetos inéditos alusivos ao que Glauco vivenciou nos anos 70, mais um outro que alude ao trote nos Estados Unidos e três que analisam usos entre alunos de agronomia na ESALQ, em Piracicaba. Segue-se aos sonetos uma transcrição do trecho em que O CALVÁRIO DOS CARECAS aborda o trote em Portugal, tradição que influiu diretamente no costume brasileiro e se transferiu das arcadas de Coimbra para as do largo de São Francisco. A antiga ortografia dos versos portugueses foi preservada. (10/03/2003)
"O Bassê de Ipanema" - Glauco Mattoso, que tem xodó pelo bassê, hound ou dachshund, encasquetou a convicção de que a canção "Garota de Ipanema" seria dedicada a um bassê, mais precisamente a uma cadelinha, o que explicaria as expressões "coisa mais linda, mais cheia de graça" ou "a coisa mais linda que eu já vi passar". Plausível ou não tal teoria, o fato é que o próprio Glauco se encarregou de celebrar seu xodó em diversos sonetos, aqui coligidos. (16/02/2003, atualizado em 18/09/2003)
"Coprofagonia: Indigesto Ciclo Digestivo" - Nesta série, Glauco Mattoso faz jus ao rótulo de "poeta da crueldade" e denuncia uma prática punitiva que, desde os estudos antropológicos de John Gregory Bourke (século XIX) aos relatórios da Anistia Internacional (século XX), vem sendo documentada como um dos mais ancestrais e primitivos métodos de tortura do homem pelo homem: a ingestão das próprias fezes humanas. (26/01/2003, atualizado em 11/10/2003)
"Sontetos Palatáveis" - Aqui, o poeta nos traz um cardápio nada dietético desta poesia gastronomicamente incorreta. (18/11/2002, atualizado pelo autor em 15/01/2003 e em 27/09/2003)
"O Limerick e o Limeirique" - "Capitulado entre estudos folclóricos e literários, entre as "nursery rhymes" e os "light verses", o limerick anglo-americano transita da oralidade para o beletrismo. Sua origem está ligada ao anonimato, à improvisação e à musicalidade, tal como a dos motes e glosas dos repentistas nordestinos". Além de traduções, Glauco também apresenta, aqui, seus limericks. (11/09/2002)
"Aventuras de João Lenão, o Poeta- Revelação" - Série inédita de sonetos. (01/08/2002)
"Glauco Mattoso, Um Poeta Leve" - Embora mais conhecido como "poeta da crueldade", Glauco Mattoso também faz sonetos mais palatáveis. Aqui estão dez exemplos. (28/06/2002)
"O Poeta da Crueldade" - Assim Glauco Mattoso vem sendo chamado e, ainda que não seja seu rótulo predileto, vestiu o capuz de carrasco e inaugurou mais este título com o Soneto 509, Assumido, ao qual se seguem doze mais antigos que justificam a reputação atribuída ao poeta. (28/06/2002, atualizado em 13/10/2003)
"Inaugurado o Xibunguismo na Poesia Nordestina"- Glauco Mattoso retoma a poesia de cordel em sua vertente mais fescenina, apelidada "poesia de bordel", para envenená-lo com sua visão negativa da cegueira e sua descarada inclinação para a inferioridade assumida e, o que é pior, desafiando o mais arraigado dos valores que honram a reputação dos cantadores e cordelistas: a virilidade... (27/06/2002, atualizado em 11/10/2003)
"O Futebol na Poesia de Glauco Mattoso" - Neste recente e polêmico texto, o poeta fala de futebol de tal forma que seu alcance político e social transcende a momentosidade da Copa e mexe com melindres mais arraigados. (23/06/2002, atualizado em 08/10/2003)
"Borges e Eu" - Neste ensaio Glauco descreve as semelhanças e diferenças entre ele e o poeta argentino Jorge Luis Borges. (agosto de 2001)

GLAUCO MATTOSO tem alguns sítios pessoais:
Selo das produções em CD do autor: http://www.rottenrecords.com.br

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Copyright © 2001/2006 by Denise Camillo Duarte